Ler sempre é bom e para nós designers nunca é demais se manter atualizado ou ter fontes que possam dar mais “brilho” aos nossos conhecimetos.
Hoje indico dois livros que li e que estão na minha mesa para uma breve consulta se necessário.
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ELEMENTOS do ESTILO TIPOGRÁFICO, vesão 3.0, autor: Robert Bringhurst editira: cosacnaify, 423 páginas. Tradução, prefácio à edição brasileira e glossário inglês-português: André Stolarski Livro de enorme sucesso, traduzido para línguas como russo e grego e já em sua terceira edição revista (ou "versão 3.0"), finalmente é publicado em português, inaugurando série desta editora sobre design de produto e tipografia. Escrita, projetada e composta pelo tipógrafo, ensaísta e poeta norte-americano Robert Bringhurst, a obra reúne e discute em profundidade os conhecimentos que a história da tipografia ocidental transformou em tradição ao longo dos últimos 600 anos, respaldado por uma linguagem deliciosamente acessível, que a tornou uma unanimidade entre os designers gráficos do mundo inteiro. O título é inspirado em conceitos do filósofo Walter Benjamin. "O estilo literário é o poder de mover-se livremente pelo comprimento e pela largura do pensamento lingüístico sem deslizar para a banalidade. Estilo tipográfico, neste sentido amplo da palavra, não significa nenhum estilo em particular, ‘meu estilo’, ’seu estilo’, ‘neoclássico’ ou ‘barroco’, mas o poder de mover-se livremente por todo o domínio da tipografia e de agir a cada passo de maneira graciosa e vital, sem ser banal", afirma Bringhurst. É essa pretensão, de dar ao leitor as informações necessárias para alcançar essa liberdade instrumental e, sobretudo intelectual, o que diferencia o livro de Bringhurst dos manuais práticos, dos compêndios históricos e dos volumes introdutórios sobre o assunto. Elementos sustenta sua afirmação de que não existe |
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O DESIGN DO LIVRO Traduzido pela primeira vez, O Design do Livro foi organizado pelo premiado artista gráfico americano Richard Hendel. Nesta obra, ele e outros oito designers apresentam alguns de seus mais importantes projetos de livros comerciais e acadêmicos e revelam as soluções encontradas para chegar à melhor apresentação de cada uma dessas obras. |
Alguns colegas e alguns usuários de comunidades volta e meia acabam se perguntando ou pedindo dicas de como ser um bom designer gráfico. Como ser mais criativo, mas capacitado, como ser mais organizado e como ser mais profissional.
A resposta na verdade todos nós já sabemos e por isso vale relembrar e para quem não sabe, é hora de aprender.
A primeira coisa que um dg deve ter é bom senso, ser crítico e porque não? Ter bom gosto.
Para isso, leia bastante, pelo menos umas quatro revista por mês, de assuntos variados e observe tudo puder, seja crítico mas não chato. Analise o porque de um anúncio, o porque de layout de página, tente ententer a solução que o seu colega fez. Leia também revista e livros expecializados e de referência. Eu recomendo a Computer Arts e a Zupi em português, são ótimas para se ter como referência e tendência, mas nem tudo pode ser aplicado no seu dia-a-dia.
Outra gigantesca fonte de informação (é claro!
) é a web… aqui há vários sites e ótimos portfólios que nós dg podemos usar como inspiração. Dentre os meus preferidos está o Abduzeedo e o Deviant Art, ambus têm imagens muito inspiradoras para seu trabalho. Além disso fóruns, comunidades e blogs (como este
)são de grande utilidade para trocar dicas e informações com outros profissionais.
Quem mora nas grandes capitais pode ainda ir as diversas palestras e encontros de designer, no Rio de Janeiro o SENAC-Copacabana promove alguns encontros, assim como o instituto INFNET e CCBB. Nestes encontros os dg podem trocar idéias, conhecer gente nova e claro aumentar sua bagagem de conhecimentos.
Para quem está engatinhando em dg, recomendo fazer um curso profissionalizante ou uma graduação. Pois muitos acreditam que ser designer gráfico é estar o tempo todo na frente de um computador criando belas peças gráficas. Mas na verdade você fica muito na frente de um computador, sim talvez 70% do seu tempo. Entretanto não é só criando e sim gerenciando seu fluxo de trabalho, produzindo, enviando e-mails para clientes, dentre outras tarefas como verificar a parte de produção gráfica, fechamento e arquivo. Os 30% que não está no computador são os que realmente se usa para criar, rascunhar no papel e pesquisar nos catalogos.
Por fim, perseverança, disposição e sempre, muita fé em Deus.
Okzão!
Meu blog está finalmente chegando a fase final, falta só vencer o Boss. já instalei quase todos os luguinngs. O sono tb não me deixa fazer além.
Recentemente estive com este livro nas mãos e claro acabei por comprá-lo. Ainda não terminei de ler, mas posso garantir que está sendo que grande ajuda no meu dia-a-dia com o gerenciamento de imagens, e é justamente para isso que este livro serve, para dar algumas boas informações sobre como gerenciar suas imagens. Mas o livro vai além e fala também sobre tratamento, bancos e direitos legais do uso. Há também algumas entrevistas com profissionais e cases que vão lhe ajudar a montar o seu próprio fluxo de trabalho com imagens.
Ficha técnica:
O autor
Tony Seddon – Diretor de Arte da Editora RotoVision desde 2005.
Serviço:
Livro: Imagens: Um fluxo de trabalho digital criativo para designers gráficos
Autor: Tony Seddon
Formato: 22,5×28,5
Páginas: 224 Preço: R$ 122,00 (indicado pela editora)
Editora: Bookman
Para quem curte personalizar o visual do seu aparelho, como eu, não pode deixar de ver esta grande sacada. Adesivos para você colocar no seu aparelho. Visite o site da Skin for fun e veja lá alguns dos adesivos que há para o modelo do Nokia 5200.
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